Fundo Eólico de Moradia instala conselho, e estivadores ganham assento de observador
Colegiado de sete membros toma posse com uma cadeira para a Vale-Ceres; sindicato obtém a auditoria semestral que exigiu em agosto, e o primeiro edital prevê 2.100 unidades no Anel Dois.
O Fundo Eólico de Moradia, anunciado pela Vale-Ceres em 28 de agosto, instalou nesta sexta-feira o conselho que vai administrar os ₲ 9 bilhões previstos para os próximos seis anos. São sete cadeiras: uma da mineradora, duas da prefeitura de Zéfiro, uma do Concerto, duas de cooperativas de moradores e uma de membro independente, sorteado entre urbanistas cadastrados.
A novidade ficou fora da conta das sete. A União dos Estivadores do Alto ganhou assento de observador, sem voto, com direito à auditoria semestral das contas que o sindicato havia exigido como condição para apoiar o fundo. A Vale-Ceres, que em agosto dizia estudar o pedido com simpatia, formalizou a concessão por escrito na semana passada.
O primeiro edital prevê 2.100 unidades no Anel Dois de Zéfiro, com prioridade para famílias de trabalhadores das colheitas, e deve ser publicado em outubro. Bóreas não aderiu ao fundo e não pediu cadeira no conselho. A ação da Vale-Ceres acumulava alta de 1,1% na semana até o fechamento de quinta-feira.
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