Estatuto escolar da Geração Sinal ganha relator, e o relator tem uma neta no censo
Conselheiro Milo Andrade-Kettil, do bloco Cislunar, assume a relatoria e declara o vínculo familiar no primeiro minuto; Herança Una pede impedimento, e a mesa responde com o precedente que encerrou o assunto.
A comissão de educação do Concerto designou nesta quinta-feira o relator do estatuto escolar da Geração Sinal, previsto para novembro: o conselheiro Milo Andrade-Kettil, do bloco Cislunar, 61 anos, professor licenciado de Armstrong. A primeira frase do discurso de posse resolveu o que teria sido a primeira polêmica: "Tenho uma neta no censo. Declaro agora, no primeiro minuto, para que ninguém precise descobrir no segundo."
A Herança Una protocolou pedido de impedimento em duas horas ("relatoria exige distância", diz a petição). A mesa da comissão indeferiu no mesmo dia, citando o precedente de 2231, quando a relatoria da norma de exoesqueletos coube a uma conselheira da linhagem Baixa-G: "Suspeição se declara, não se presume. Pelo critério do requerente, nenhum pai relataria norma de escola, nenhum médico relataria norma de saúde, e esta casa relataria apenas o que desconhece."
O estatuto definirá o que hoje varia mundo a mundo: se o registro escolar das crianças é sigiloso ou compartilhado com o protocolo científico, se as salas de sono acompanhado (cujo piloto começa segunda-feira em Concórdia) viram política permanente, e quem responde por dados de menores. Andrade-Kettil prometeu audiências "em todos os mundos com escola, por Enlace onde for preciso" e um texto-base até o fim de setembro. Sobre a neta, encerrou com o tom que deve marcar a relatoria: "Ela quer que a escola tenha aula de música. É a única pressão que reconheço."
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